quinta-feira, 7 de outubro de 2010
PEUR
Antes eu achava que o meu maior medo era ficar sozinha. Até que eu fiquei. Depois eu achei que era me sentir impotente. Até que eu me senti. Mais tarde eu achei que era na hora de passar a imagem errada ao me relacionar com outras pessoas. Até que eu passei. Agora meu medo é que tudo aquilo que eu espero que seja grande caia no ridículo. E esse eu realmente não quero que aconteça.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
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Hoje foi um dia absurdo. Eu nem ia escreve nada aqui porque pela primeira vez há muito tempo eu consegui por as coisas pra fora. Mesmo que não tenha sido tudo, nem na cara de todos que merecem, eu não to com essa coisa ruim dentro de mim =)
Mas algumas teorias foram confirmadas.
Resumindo: siga sua intuição. Meio brega eu sei, mas é verdade. Sabe, se tem uma coisa que me irritava é quando todo mundo põe lenha na fogueira mas na hora de fazer as coisas acontecerem, dão pra trás. Não adianta, eu compro briga sim. Se alguém está fazendo alguma coisa horrível com outra, principalmente se for com alguém que eu gosto, eu vou apoiar. Por dois simples motivos: eu dispenso relações com sádicos e eu sei o quanto um apoio é importante em algumas horas. Mas não adianta: ninguém é assim. Te apoiam antes, te apoiam depois, mas na hora todo mundo corre. Na moral, neutralidade não é comigo.
Mas finalmente, eu vi que só se pode contar com um apoio. O próprio. Então se a sua intuição te disser: "vai", se joga. Deixa todo mundo correr, não importa. Hoje, uma ficou. E fez a diferença. Mas eu sei que se não tivesse ficado, eu não teria desistido.
Além disso, uma coisa triste foi comprovada. Eu espero que seja só uma fase, mas não é legal quando um amigo sente vergonha de você. E não fez realmente questão de te esconder isso. Quando um amigo finge que nada está acontecendo. Quando esse amigo vê outros rindo de você, tentando humilhar você e outras pessoas, que esse amigo também dizia que gostava, e mesmo vendo tudo isso, ele não é capaz de mover um dedo pra te defender, ou pra te confortar. Ao contrário, ele ri de você. E resolve parar de falar com você ou ser estúpido como se a culpa do que vc está passando fosse sua, mas em compensação ele passa a ser muito legal com todos aqueles que tem prazer em fazer com que os outros sofram e que até já o fizeram sofrer, mas aparentemente ele se esqueceu disso. Dá até pra entender: quem quer ser amigo daquele que é humilhado, do supostamente fraco? Bom, eu quero. Porque fraco é o que humilha, que é tão triste e vazio por dentro que precisa disseminar um pouco disso nos outros. Isso é nojento. Tanto quem faz, quanto quem assiste. E chega. Eu já fui paciente demais. Eu não vou mais aguentar uma vírgula de ambos. E eu entendo se pra esse amigo a amizade acabou, mas eu queria que pelo menos ele me falasse, porque toda a história foi muito importante pra mim, mesmo que eu não seja mais boa o suficiente para ser seu amigo.
Mas algumas teorias foram confirmadas.
Resumindo: siga sua intuição. Meio brega eu sei, mas é verdade. Sabe, se tem uma coisa que me irritava é quando todo mundo põe lenha na fogueira mas na hora de fazer as coisas acontecerem, dão pra trás. Não adianta, eu compro briga sim. Se alguém está fazendo alguma coisa horrível com outra, principalmente se for com alguém que eu gosto, eu vou apoiar. Por dois simples motivos: eu dispenso relações com sádicos e eu sei o quanto um apoio é importante em algumas horas. Mas não adianta: ninguém é assim. Te apoiam antes, te apoiam depois, mas na hora todo mundo corre. Na moral, neutralidade não é comigo.
Mas finalmente, eu vi que só se pode contar com um apoio. O próprio. Então se a sua intuição te disser: "vai", se joga. Deixa todo mundo correr, não importa. Hoje, uma ficou. E fez a diferença. Mas eu sei que se não tivesse ficado, eu não teria desistido.
Além disso, uma coisa triste foi comprovada. Eu espero que seja só uma fase, mas não é legal quando um amigo sente vergonha de você. E não fez realmente questão de te esconder isso. Quando um amigo finge que nada está acontecendo. Quando esse amigo vê outros rindo de você, tentando humilhar você e outras pessoas, que esse amigo também dizia que gostava, e mesmo vendo tudo isso, ele não é capaz de mover um dedo pra te defender, ou pra te confortar. Ao contrário, ele ri de você. E resolve parar de falar com você ou ser estúpido como se a culpa do que vc está passando fosse sua, mas em compensação ele passa a ser muito legal com todos aqueles que tem prazer em fazer com que os outros sofram e que até já o fizeram sofrer, mas aparentemente ele se esqueceu disso. Dá até pra entender: quem quer ser amigo daquele que é humilhado, do supostamente fraco? Bom, eu quero. Porque fraco é o que humilha, que é tão triste e vazio por dentro que precisa disseminar um pouco disso nos outros. Isso é nojento. Tanto quem faz, quanto quem assiste. E chega. Eu já fui paciente demais. Eu não vou mais aguentar uma vírgula de ambos. E eu entendo se pra esse amigo a amizade acabou, mas eu queria que pelo menos ele me falasse, porque toda a história foi muito importante pra mim, mesmo que eu não seja mais boa o suficiente para ser seu amigo.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
gotta tell ya
Existem várias pequenas coisas que me incomodam. Mas não poder confiar nas coisas é uma das que me tiram do sério. E digo coisas - não pessoas. Pessoas e situações isoladas são fáceis de lidar. O que me perturba é não poder confiar no sistema. Sabe, eu não vejo o menor problema em sei lá, pagar o que me cobram, fazer o que me mandam... Eu não discuto, não protesto. Mas quando eu descubro que nas coisas não funcionam como o prometido, eu perco a cabeça! E isso é tão irritante porque não há como mudar. Não agora, com uma conversa ou um soco, como seria com as pessoas. É muito maior do que uma pessoa. Talvez seja a impotência que isso traz, ou o fato de saber que eu sou conivente com uma coisa que está me enganando descaradamente, é o que me incomoda mais. Odeio acabar textos com uma sensação de pessimismo, mas não há outra em relação a isso.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Focus, actions.
Hora de pôr o foco no lugar, começar a tomar atitudes necessárias. Organização, coragem (muita coragem), equilíbrio, paciência, ação. E a consciência de que tudo pode dar maravilhosamente certo ou ridiculamente errado. E exatamente por isso ter a certeza de que é o que quero, é pra o que sirvo. E tudo isso sem esquecer que o tempo tá aí, passando.
Natiruts - Sorri, sou rei.
Natiruts - Sorri, sou rei.
sábado, 3 de julho de 2010
Euphoria!
Nada muito específico. Só sei que férias é a melhor coisa que inventaram. E que objetivos me dão muita felicidade, uma vontade enorme de fazer tudo e direito. E algumas coisas eu nem sei o que são; só sei que são. Quem sabe um dia.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
I'm back =)
Nossa, mil anos desde a minha última postagem. Senti falta daqui, dei uma lida nos posts antigos... o blog foi realmente uma boa ideia, é bom se lembrar do abstrato, daquilo que não se pode fotografar ou guardar pra sempre na memória. Além disso me poupa de possíveis arrependimentos já que muita coisa que poderia ter parado na cara de alguém, fica aqui. Bom vou tentar resumir um pouco todo esse tempo fora:
Siiiiim, eu comecei muitas coisas que eu tinha planejado, mas ainda há muito a se por em prática - coisas que só o tempo e uma pequena diminuição da preguiça podem fazer. Mas tudo dará certo. E eu acho que encontrei um equilíbrio interno, mas talvez seja cedo pra dizer. Ainda me decepciono com várias coisas de várias pessoas que deveriam ser esperadas e superadas. Teimo em falar mais do que a porra da boca, apesar de escolher muito melhor as palavras - o que não adiantou muito já que palavras podem ser distorcidas. Mas talvez eu esteja fria demais, o fato é que eu não me importei, acho. Claro que a minha vontade de sair gritando chegou e está aqui, mas está guardada e quieta. Não fica me perturbando, me cutucando pra sair. Me deixa livre. Obviamente que ainda não alcancei o nirvana, então se houver uma oportunidade, ela vai sair e eu vou querer me socar, mas já me acostumei. Talvez eu grite aqui, num próximo post, mas isso vai me atiçar ainda mais. A minha vontade de fazer algumas pessoas enxergarem que há tanta coisa no mundo, tantos tipos de pessoas, culturas, lugares, valores, tanto a se aprender, a conhecer, a pensar... e fazê-las ver que há muito mais do que a vidinha medíocre que elas levam é tão grande que chega a ser perturbadora. Não que eu seja um exemplo muito vivido disso, mas eu acho que eu tenho uma consciência, uma dimensão das coisas muito diferente, bem mais aberta e realista. Tomara que eu esteja certa =)
Siiiiim, eu comecei muitas coisas que eu tinha planejado, mas ainda há muito a se por em prática - coisas que só o tempo e uma pequena diminuição da preguiça podem fazer. Mas tudo dará certo. E eu acho que encontrei um equilíbrio interno, mas talvez seja cedo pra dizer. Ainda me decepciono com várias coisas de várias pessoas que deveriam ser esperadas e superadas. Teimo em falar mais do que a porra da boca, apesar de escolher muito melhor as palavras - o que não adiantou muito já que palavras podem ser distorcidas. Mas talvez eu esteja fria demais, o fato é que eu não me importei, acho. Claro que a minha vontade de sair gritando chegou e está aqui, mas está guardada e quieta. Não fica me perturbando, me cutucando pra sair. Me deixa livre. Obviamente que ainda não alcancei o nirvana, então se houver uma oportunidade, ela vai sair e eu vou querer me socar, mas já me acostumei. Talvez eu grite aqui, num próximo post, mas isso vai me atiçar ainda mais. A minha vontade de fazer algumas pessoas enxergarem que há tanta coisa no mundo, tantos tipos de pessoas, culturas, lugares, valores, tanto a se aprender, a conhecer, a pensar... e fazê-las ver que há muito mais do que a vidinha medíocre que elas levam é tão grande que chega a ser perturbadora. Não que eu seja um exemplo muito vivido disso, mas eu acho que eu tenho uma consciência, uma dimensão das coisas muito diferente, bem mais aberta e realista. Tomara que eu esteja certa =)
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
let's see how it goes
Acabei de ter mais uma resolução de vida: parar de ser legal com quem não é comigo. Juro que eu tentei, tentei de verdade. Mas não sou assim, então eu acabo me sentindo um verme idiota e aposto que as pessoas que veem me acham patética. Sabe de uma coisa? Eu sou irônica e grossa. Mas eu também sou divertida e esperta. Mesmo que eu não fique esfregando isso na cara das pessoas.
Eu comecei a ter umas neuras de que se eu não começasse a ser legal e tentar me enturmar eu acabaria sempre sozinha, o que no fundo me assusta muito. Mas eu sei que eu não vou ficar sozinha, porque eu posso ser estranha, mas eu tenho uma amiga de verdade, o que é MUITO raro mesmo. Acho que só conheço mais umas duas outras pessoas que tem esse privilégio. E claro que eu queria ter mais amigas verdadeiras, mas eu sou jovem ainda vou conhecer muita gente, que podem completar o que está faltando.
Eu já escolhi como eu vou ser. E apesar de estar cedo para decidir, eu não quero mudar, já aprendi. Não tenho tempo de fica mudando de personalidade. É triste ter de escolher tão rápido mas talvez seja melhor. Pelo menos quando eu estiver velha morando com meu gato, não vou poder dizer que não tentei.
Então é isso, de agora em diante é só eu e eu. Prometo que não vou incomodar ninguém.
Eu comecei a ter umas neuras de que se eu não começasse a ser legal e tentar me enturmar eu acabaria sempre sozinha, o que no fundo me assusta muito. Mas eu sei que eu não vou ficar sozinha, porque eu posso ser estranha, mas eu tenho uma amiga de verdade, o que é MUITO raro mesmo. Acho que só conheço mais umas duas outras pessoas que tem esse privilégio. E claro que eu queria ter mais amigas verdadeiras, mas eu sou jovem ainda vou conhecer muita gente, que podem completar o que está faltando.
Eu já escolhi como eu vou ser. E apesar de estar cedo para decidir, eu não quero mudar, já aprendi. Não tenho tempo de fica mudando de personalidade. É triste ter de escolher tão rápido mas talvez seja melhor. Pelo menos quando eu estiver velha morando com meu gato, não vou poder dizer que não tentei.
Então é isso, de agora em diante é só eu e eu. Prometo que não vou incomodar ninguém.
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